Mudar os maus hábitos dos óleos de engrenagem

A NCH explica como os engenheiros podem monitorizar com precisão o estado do óleo

Aqui, a plataforma de lubricants and fuel additives da NCH, explica como as empresas podem melhorar a eficácia do seu óleo de engrenagem.

Benjamin Franklin disse uma vez, “é mais fácil evitar os maus hábitos do que abandoná-los.” Isto é verdade para o sector industrial, onde é mais fácil criar um bom hábito de manutenção preventiva do que recuperar da avaria da maquinaria ou do tempo de inatividade.

No entanto, isso é mais fácil de dizer do que fazer. A manutenção preventiva requer vigilância constante para ser eficaz, garantindo que os engenheiros de manutenção sabem quando é o momento certo para lubrificar rolamentos, aplicar um revestimento para prevenir a ferrugem ou tratar o abastecimento de água. A frequência destas tarefas varia, pelo que pode haver uma curva de aprendizagem pronunciada até acertar.

Infelizmente, todos sabemos que os problemas não esperam até nós estarmos prontos para os resolver e, especialmente com mudança de óleo, a incapacidade de acertar leva frequentemente a problemas. Mudar o óleo demasiado cedo, por exemplo, leva a custos mais elevados pois haverá mais mudanças do que as necessárias. Por outro lado, esquecer-se de mudar o óleo no momento certo aumenta a probabilidade de danos e de avaria da máquina, o que por sua vez leva a elevados custos operacionais.

Apesar de ambos os extremos levarem ao aumento de custos nas empresas, apenas 20 por cento das mudanças de óleo ocorrem no momento certo. Isto não é surpreendente quando consideramos o facto de que muitas variáveis podem determinar a frequência com que o óleo precisa de ser mudado. Embora muitos engenheiros possam abastecer uma máquina e esperar que seja necessária uma mudança depois de um certo tempo, é na verdade a qualidade do óleo que deve ser medida.

É bastante difícil fazê-lo sem uma abordagem abrangente à análise de óleo de engrenagem industrial. Para medir fidedignamente a qualidade do óleo e saber quando é necessária uma mudança, os engenheiros devem identificar as quantidades de contaminação externa e o desgaste de metal, bem como o estado geral do óleo.

Por exemplo, a oxidação é um processo natural que afeta o óleo ao longo do tempo. Na presença de oxigénio, o óleo começa a decompor-se e isso reduz a vida útil do óleo. Além disso, também produz lama, o que faz o equipamento trabalhar mais e aumenta os custos de operação.

Se passar tempo suficiente, a acidez do óleo oxidado vai aumentar constantemente e resultar em corrosão. Embora esta situação seja problemática se não for tratada durante longos períodos de tempo, esta acidez permite uma avaliação mais precisa do estado do óleo. Ao medir o aumento do Número Total de Acidez (TAN) do sistema, os engenheiros de manutenção e os diretores de fábrica podem identificar quando a acidez do óleo atinge o nível máximo aceitável e agir em conformidade.

No entanto, o TAN só representa uma parte da condição geral do sistema da caixa de engrenagens e há muitas outras considerações, tais como a saúde operacional da própria máquina. É essencial que os engenheiros considerem todos os aspectos para assegurar um desempenho optimizado.

Para este fim, a NCH desenvolveu o programa NCH Oil Service Program (NOSP) para ajudar as empresas a manter as máquinas em condições de funcionamento e as mudanças de óleo atempadas. As amostras de óleo de engrenagem são analisadas e são gerados relatórios fáceis de compreender para que os diretores de fábrica possam rapidamente ver resultados precisos, obtendo uma visão clara do estado do equipamento e do TAN do óleo.

A análise precisa ajuda a evitar que os engenheiros tenham o mau hábito de uma gestão incorreta do óleo. Ao combinar este conhecimento com uma solução de limpeza eficaz e um óleo de engrenagem adequado, serão evitados mais maus hábitos referentes a mudança de óleo e avarias.